
João Mario dos Santos Nascimento
Economista e Professor
Economista e Professor
Não podemos olhar para trás sem re-interpretarmos com novos conhecimentos, experiências e perspectivas os fatos passados.
Quem é capaz de perceber, compreender e visualizar o fato histórico, considerando seus complexos aspectos e emaranhados ideológicos, políticos e econômicos?
As vezes penso que só percebemos tardiamente a relevância de certos fatos e não os compreedemos com a devida profundidade.
Por exemplo, há muito pensava que deveríamos de fato sermos independentes e autônomos,o que não significa o individualismo, pois o ser humano é resultado da interação e construção social, e as relações sociais não exigem que ninguém abra mão de sua individualidade, pelo contrário, é necessário autenticidade suficiente para não deixar-se levar pelas ideologias do dia, da moda ou outras imprtadas de contextos atípicos e estranhos que criam serem inertes e incapazes de encontrar um caminho ou alternativas para os mais simples problemas cotidianos. Entretanto, é um paradoxo, pois as pessoas tornam-se alheias e incapazes de perceber além do seu contexto, ficando indiferentes aos contrastantes conflitos socias, como se nada as atingisse ou, um "não é comigo".
Passam quase apáticos pelos fatos cotidianos que moldam e geram o contexto das gerações futuras, como se fôssem plenos de direitos e não tivéssem responsabilidades pelo mundo que deixarem após a partida, desta curta jornada, que é a vida.
Precisamos repensar nossas perspectivas, lermos mais, conversarmos mais e percebermos nossa tacanhez diante da profunda sabedoria de um homem do campo ou a profundidade de uma ingênua pergunta de criança, que sem querer, faz você pensar, sobre qual seria o sentido de tudo que fazemos ou do que pretendemos nesses entrecortados momentos, de nossa breve história.
Por isso, a crise americana é uma crise do modus operandi do homem nesse planeta ou da vida em sociedade, pois perdemos a capacidade de aprender o necessário, com o outro, consigo ou com qualquer situação aparentemente insignificante, conhecimento este, que seja aplicável, de forma simples e objetiva.
Voltemos ao passado, quando tínhamos mais agradáveis lembranças e o conhecimento do mundo suficiente para a sobrevivência , hoje, na vastidão dos Terabytes nos perdemos no silêncio e esquecemos de ouvir os pássaros ou de olhar vez ou outra pela janela, e ver o sol matutino, que como na infância, sempre nos traz um alegre dia.
Quem é capaz de perceber, compreender e visualizar o fato histórico, considerando seus complexos aspectos e emaranhados ideológicos, políticos e econômicos?
As vezes penso que só percebemos tardiamente a relevância de certos fatos e não os compreedemos com a devida profundidade.
Por exemplo, há muito pensava que deveríamos de fato sermos independentes e autônomos,o que não significa o individualismo, pois o ser humano é resultado da interação e construção social, e as relações sociais não exigem que ninguém abra mão de sua individualidade, pelo contrário, é necessário autenticidade suficiente para não deixar-se levar pelas ideologias do dia, da moda ou outras imprtadas de contextos atípicos e estranhos que criam serem inertes e incapazes de encontrar um caminho ou alternativas para os mais simples problemas cotidianos. Entretanto, é um paradoxo, pois as pessoas tornam-se alheias e incapazes de perceber além do seu contexto, ficando indiferentes aos contrastantes conflitos socias, como se nada as atingisse ou, um "não é comigo".
Passam quase apáticos pelos fatos cotidianos que moldam e geram o contexto das gerações futuras, como se fôssem plenos de direitos e não tivéssem responsabilidades pelo mundo que deixarem após a partida, desta curta jornada, que é a vida.
Precisamos repensar nossas perspectivas, lermos mais, conversarmos mais e percebermos nossa tacanhez diante da profunda sabedoria de um homem do campo ou a profundidade de uma ingênua pergunta de criança, que sem querer, faz você pensar, sobre qual seria o sentido de tudo que fazemos ou do que pretendemos nesses entrecortados momentos, de nossa breve história.
Por isso, a crise americana é uma crise do modus operandi do homem nesse planeta ou da vida em sociedade, pois perdemos a capacidade de aprender o necessário, com o outro, consigo ou com qualquer situação aparentemente insignificante, conhecimento este, que seja aplicável, de forma simples e objetiva.
Voltemos ao passado, quando tínhamos mais agradáveis lembranças e o conhecimento do mundo suficiente para a sobrevivência , hoje, na vastidão dos Terabytes nos perdemos no silêncio e esquecemos de ouvir os pássaros ou de olhar vez ou outra pela janela, e ver o sol matutino, que como na infância, sempre nos traz um alegre dia.