João m s Nascimento - Contabilista, Economista e Professor
1 INTRODUÇÃO
2 história da contabilidade
2.1 Leonardo Pisano e FREI LUCA PACIOLI
2.2 as escolas de contabilidade
2.2.3 Escola Personalista
2.2.6 Escola Norte-americana
2.2.8 Escola Alemã
Paidéia: "cultura entendida no sentido perfectivo que a palavra tem hoje entre nós: o estado de um espírito plenamente desenvolvido, tendo desabrochado todas as suas virtualidades, o do homem tornado verdadeiramente homem" (Marrou, 1966: 158)
Para cada tecnologia que surge, outras tantas deixam de existir, tornam-se obsoletas ou caem em desuso até desaparecer na imensidão cibernética da atualidade.
Por isso, “existe uma janela de tempo em que as tecnologias devem mostrar a que vieram, sob pena de tornarem-se obsoletas antes mesmo de terem sido utilizadas amplamente.”
http://mundoconectado.blogspot.com/2009/03/tempo-x-tecnologia.html
Caso contrário, não havendo demanda, simplesmente, tornariam milhões de dólares investidos em cinzas, em pouco tempo, por isso as tecnologias possuem pouco tempo para demonstrar sua eficiência ou despertar o interesse de bilhões de pessoas que buscam sempre por novidades tecnológicas.
Entretanto, “nós estamos saindo da primeira decada do século 21, e vivenciamos transformações no ramo tecnológico e evoluções em produtos. A revista Time fez uma lista dos 10 maiores fracassos no ramo tecnológico. Porém um outro site, o CNET, promete algo bem melhor e de mais justa qualificação. O site listou os 25 maiores furos incluindo sites de busca, aparelhos eletrônicos e entre outros. Em primeiro lugar, encontra-se o videogame Dreamcast da SEGA. Em segundo lugar, um Gravador de DVD e em terceiro um robô de estimação da Sony. http://cyberconteudo.blogspot.com/2009/07/fracassos-na-tecnologia.html
Assim, devemos parar o consumismo acelerado de tecnologias que surgem dos modismos passageiros e nada acrescentam em facilidades à vida moderna. O volume de informação é tão grande hoje, que seria impossível alguém assimilar até mesma uma pequena parte dessa montanha de informações disponíveis, que, ainda por cima, é, em grande parte, questionável e inconsistente.
Veja o vídeo, Did you know 4.0, http://www.youtube.com/watch?v=aAErx0d5yh0&feature=related , onde vemos a imensidão de informações e tecnologias disponíveis, como jamais ocorreu em toda a história humana, e na maioria das vezes, antes que uma tecnologia seja totalmente seja explorada e conhecida, cai no esquecimento e é soterrada por outras tecnologias e novidades cibernéticas.
O excesso de informações cria nas pessoas a ilusão de possuir conhecimentos, entretanto o que se possui de fato são voláteis informações que a cada instante perdem valor e tornam-se obsoletas.
As inúmeras redes sociais é uma das mais modernas formas de interatividade, como vemos no vídeo RedesSociais.br, http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg&feature=player_embedded# , isso citando somente as redes sociais mais conhecidas, entretanto, temos outras novas que surgem quase todos os dias, blogs, e outros.
O que podemos esperar do futuro nessa velocidade em estamos indo em direção a ele? Provavelmente, “No futuro, praticamente cada coisa visível será catalogada e indexada, pronto para ser imediatamente identificada e descrita para nós. Quer ir às compras? No futuro não precisaremos de grandes lojas de varejo, com corredores de objetos em exposição. Nós seremos capazes de fazer compras no. Você achou interessantes aqueles sapatos da mulher sentada do outro lado da sala? Ou gostou de um modelo novo de carro que viu na rua? Tudo que você tem a fazer é olhar para eles com seu seu telefone móvel ou óculos AR equipado e vai identificar o objeto e procurar o melhor preço e varejista.” http://ideiasfervilhantes.wordpress.com/2010/05/23/como-sera-a-sua-vida-em-2020-com-todos-os-avancos-tecnologicos/
Logo, podemos esperar que não surja um super ser humano, mas um ser que esqueceu de viver as coisas simples cotidianas, ver uma árvore e achá-la bonita, ir pescar, como fazia nossos pais ou ouvir atentamente o lindo canto de um passarinho de nossa janela, que insiste em nos desviar de um futuro confuso e misterioso.
Para Jussara Maria Lerch Hoffmann:
"Se o aluno é considerado um receptor passivo dos conteúdos que o docente sistematiza, suas falhas, seus argumentos incompletos e inconsistentes não são considerados senão algo indesejável e digno de um dado de reprovação. Contrariamente, se introduzirmos a problemática do erro numa perspectiva dialógica e construtivista, então o erro é fecundo e positivo, um elemento fundamental à produção de conhecimento pelo ser humano. A opção epistemológica está em corrigir ou refletir sobre a tarefa do aluno. Corrigir para ver se aprendeu reflete o paradigma positivista de avaliação. Refletir a respeito da produção de conhecimento do aluno para encaminhá-lo à superação, ao enriquecimento do saber significa desenvolver uma ação avaliativa mediadora.PIAGET, Jean. Como se desarolla la mente del niño. In : PIAGET, Jean et allii. Los años postergados: la primera infancia. Paris : UNICEF, 1975.
PIAGET, Jean. Biologia e Conhecimento. 2ª Ed. Vozes : Petrópolis, 1996.
PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas. Rio de Janeiro : Zahar, 1975.
Série Idéias n. 22. São Paulo: FDE, 1994.
WADSWORTH, Barry. Inteligência e Afetividade da Criança. 4. Ed. São Paulo : Enio Matheus Guazzelli, 1996.

Estamos na era da informação. Considerando informação como resultado do processamento, manipulação e organização de dados seja num sistema ou para uma pessoa. Quando não ocorre uma significativa alteração após esse processamento, o que temos, no início do processo, não é informação, talvez dados, isto é, quaisquer registros ou indícios, coletados de forma sistemática ou não, relacionados a um fato ou evento, ou simplesmente um dado incompleto ou parcial.
Se possuímos tantas informações e conhecimentos, com descobertas científicas significativas, viagens espaciais e outros feitos maravilhosos, por que não avançamos nas concepções básicas ao ser humano, por que ocorre a inversão de valores, a violência, a perversão e tantos crimes envolvendo todas as classes sociais e níveis culturais?
Nos falta informação, conhecimento ou é o declínio de uma era?
Vejamos o que pode ser conhecimento:
Apropriação intelectual de determinado campo empírico ou ideal de dados, tendo em vista dominá-los e utilizá-los. (Unb).
Dominamos alguma coisa a ponto de utilizarmos de forma satisfatória e construtiva para toda a humanidade?
Parece bastante contraditório falar-se nos avanços da ciência, medicina, física espacial, genética e outros campos, enquanto um quarto da humanidade vive abaixo da linha da pobreza( g1.Globo) , e a humanidade geme diante de doenças seculares e arcaicas como febre amarela, e uma significativa parte da população mundial está desempregada, já que quase 200 milhões de pessoas estavam dempregadas em todo o mundo em 2007, (Estadão, 2008).
Enquanto isso, as pessoas ouvem até a exaustão discursos sobre trabalho em grupo, liderança servidora, governança corporativa ou que as empresas estão mais humanas e consideram seus colaboradores como "capital intelectual" ou como o principal ativo das empresas, mas o poder aquisitivo dos trabalhadores deteriora-se, sem levar em conta que o conceito de poder aquisito é bastante questionável::
"A noção de poder aquisitivo tornou-se, atualmente, tão inadequada quanto à de valor intrínseco, que ADAM SMITH combatia na sua época, mas isso não quer dizer que a moeda tenha perdido a sua relevância. Assim como a moeda não acabou, quando o conceito de valor intrínseco se tornou superado, ela não vai acabar, de novo, agora, em que a noção de poder aquisitivo virou pó." (Letácio Jansen) .
E então, o que podemos falar da comunicação na era do e-cidadão?
Esperamos que a comunicação in loco não diminua e encontremos variegadas formas de comunicação, além das formas convencionais , para suprir a carência de tempo ou dificuldades , utilizando blogs, redes sociais como Twitter e Facebook, Flickr , e outros, pois o individualismo ou o sectarismo só tende a piorar as coisas, assim, a comunicação a troca de experiências, sentimentos e emoções, e um certo altruísmo e humanismo pode minimizar, as concepções arraigadas ligadas ao consumo e concepções capitalistas de felicidade e alegria.
Onde estão as cantigas e brincadeiras de criança? Os "causos", as anedotas e as historinhas infantis, tudo ficou para trás como algo velho, mofado e fora de contexto, entretanto, são para aquelas épocas que recorremos para lembrar ou perguntamos a alguém, para enternecer o coração e sorrir espontaneamente com um ligeiro suspiro...
Apesar disso, provavelmente naquela época, muitos não consideravam aquele contexto como agradável ou bom, talvez nunca tenham percebido, e por isso, não conseguem resgatar um tempo não vivido.
Por isso, olhemos em volta e vamos buscar o que há de melhor em nossa época, auxiliar e colaborar positivamente em tudo o que estivermos envolvidos, vivendo intensamente os momentos, meses, anos, logo em tudo, para que se consolide, solidifique e alcance o incerto futuro, deixando para as gerações vindouras, um legado de trabalho, esperança e alegria.
A força das idéias pode transformar o mundo, mas a força de nobres e elevados ideais poderá transformar os homens, o mundo e a história.